é, mas é do que jeito que dá. porque as coisas que se diz ficam vagando no ar como pólen, vagando, vagando, levitando eternamente como pêlo de gato, inerme à Gravidade, e enchem os poros da gente. grave mesmo é tanto grito solto no ar, vogando eleição e essas trutas todas, e dê-lhe pergunta vazia, de onde veio o dinheiro, yedinha privatiza o banra ou não, será que chove, etc. e do feito haja menção a plenar a mente de tanto grito de futebol, o leão chorando, o muricy que não cala a boca e o berzoini fritando. é tudo efeito do pleito que tá por vir e das bolas que batem na trave como ricochete de bala, como a do policial que matou o pitbull que andava solto sem coleira no condomínio. e a dona do cão dizendo que era mansinho, mansinho, que ficava brincando com o pólen no ar, e o paulo schmitt sem patroa pra relaxar em casa. tem tanta gente que merece um soco na boca, frase pra alavancar concordância de comentários. e desse jeito é tanto grito tanta coisa que nem dá pra ouvir os espirros direito, e enquanto eu fico aqui levitando eternamente em projetos de ano-que-vem, eu chego à conclusão de que o mal do mundo é o jornalismo, pára de me dizer o que pensar e tanta informação dá um nó na Gravidade e juro que tem uma hora que eu acho que o os blogs são o caminho do caos. caos como salvação, digo. porque não se conserta com Ordem ou ordem uma Ordem que já não faz mais sentido. e o pólen é líquido.




procura-se: tempo líquido para digerir tanto vômito sólido...
Polenizando polemicamente a poluição política...
Viva a Yeda, vivam os pitbulls de condomínios - animais e humanos - e tragam uma mulher para o Paulo Schmidt, por favor.