com joan of arc, the infinite blessed yes
não precisa me censurar como se eu tivesse fazendo merda
tava só prestando atenção na batata da tua perna
não precisa me criticar como se eu tivesse fazendo poema
eu junto as palavras mas não sei qual é o esquema
não precisa sair por aí arranjando briga com todo mundo que tu ama
depois a gente pensa na neurose, desliga essa sirene,
pega gelo e serve mais uma dose, te acalma, volta pra cama
esses eletrodomésticos modernos são uma porcaria
sem querer deixei cair a tua chapinha
mas também não precisa fazer tanto beiço assim
eu pra ser sincero bem que te prefiro pixaim
tu foi no shopping e comprou sabonete sabor morango/chantilly
eu disse que gostei, mas na verdade não entendi nada
no armazém da esquina vendem sabão em barra
me dá a mão e vamos achar um meio-termo nisso aí
não precisa ficar assim parada de braços abertos tri indignada reclamando que eu não te lancei - na boa eu achei que tu tava impedida. mas volta pra marcar, tem que ter fé, vez em quando todo time leva goleada, no jogo da volta a gente reverte essa parada
não precisa me aporrinhar como se eu tivesse fazendo cacaca
não precisa me condenar à danação eterna em vida
gosto muito de ti mas tem dia em que queria te fazer lobotomia
o problema é que tu não consegue entender qual é o problema.




Puxa! Depois dessa, espero que ela entenda de uma vez por todas!
Que coisa mais querida!
(suspiros)
"A glória da vida".
LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO