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        <title>O Chato</title>
        <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/</link>
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        <language>pt</language>
        <copyright>Copyright 2008</copyright>
        <lastBuildDate>Sat, 19 Apr 2008 09:29:02 -0300</lastBuildDate>
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            <title>Postagem coletiva para o DIA DA TERRA</title>
            <description><![CDATA[ <a href="http://www.flickr.com/photos/25309104@N05/2425337748/" title="eday5 por verbeat blogs, no Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2217/2425337748_29ccf52c98_o.jpg" alt="eday5" height="162" width="200" /></a><br /><br />O dia 22 de abril está aí. Não será apenas mais um dia de postagem coletiva do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte">Faça a sua parte</a>. Nem deveria. Afinal, pisamos nela todos os dias. A questão é: como pisamos?<p>Nesse 21 de abril, véspera do Dia da Terra, apesar de ser feriado, levante cedo, como sempre faz em dias de trabalho. Mas experimente fazer algo diferente: antes mesmo da higiene ou de tomar o café da manhã, molhe um pouco de terra, um vaso que seja. Respire fundo e sinta o aroma. Pegue um pouco da terra molhada com as mãos. Esfregue. Sinta nos dedos, na palma das mãos. Passe no rosto; sinta como se fosse um beijo. <br /></p>Coloque um pouco na língua. Não tenha receio! Lembre-se da infância, de quando isso era natural; de quando nada dessa nossa cultura ainda havia sido colocada em você! De quando a natureza e você eram uma coisa só. De quando você e sua mãe eram uma coisa só!<br /><br />Estranho, né? Pois é assim que somos em relação à Terra. Estranhos. Como num país cuja língua e costumes não entendemos. Nesse feriado, aproveite para sentir a Terra. E depois escreva um post sobre isso. Publique no dia 22.<br /><br />Escreva sobre a Terra, o que quiser, mas tente escrever, também, sobre os seus sentimentos, sobre o quanto você se sente afastado ou integrado a ela. <br /><br />Como você pisa na Terra?<br /><br />Comece agora a planejar o que fará naquele dia e lembre-se de convidar
seus amigos, parentes, alunos, colegas de trabalho ou de escola e a sua
comunidade a fazerem o mesmo.
Apresente uma pesquisa, debata o assunto, prepare uma apresentação ou
escreva algo que provoque à reflexão.<sup>*</sup> <br /><br />Aproveite o dia 22 de abril para economizar todo tipo de
energia e evite qualquer tipo de desperdício ou poluição. Desligue os
eletrodomésticos e as luzes; escove os dentes com apenas um copo
d'água; não fume nem acenda fogo; alimente-se de frutas e verduras
cruas; beba apenas água; não faça compras; deixe o carro na garagem e
aproveite para caminhar, possivelmente descalço, sobre a Terra que nos
hospeda. Aja lentamente e respire com calma, fale baixo. Use o dia para
meditar e descubra as atitudes que podem ajudar a preservar a Terra. E
lembre-se: Você faz parte dela.<sup>*</sup>
<br /><br />Consulte o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html">Calendário Verde do Faça a sua parte</a>. Além de farto material sobre a Terra, você encontrará os <a href="http://www.verbeat.org/nosnarede/arquivos/2006/04/22_de_abril_dia.html">posts que foram escritos para o dia da Terra em 2007</a>.<br /><br />* colaboração do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/dia-da-terra-convocacao-geral.html">Allan</a>.<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/postagem-coleti.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogagem coletiva</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dia da Terra</category>
            
            <pubDate>Sat, 19 Apr 2008 09:29:02 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>O que voce faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Hoje é o dia da blogagem coletiva para responder a pergunta aí do título. <br /><br />As meninas <a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/">Georgia</a> e <a href="http://meiroca.com/">Meire</a> bem que poderiam ter facilitado nossa vida, se tivessem pedido para apontar os problemas. Mas não, elas querem soluções. Mais, querem saber o que fazemos para ajudar a combater o analfabetismo.<br /><br />Desde que me inscrevi na blogagem, tenho pensado muito a respeito; e descobri (talvez já soubesse, mas o "descobri", aqui, tem o sentido de "assumi") que NÃO FAÇO NADA. LIdo muito com o ensino profissional (treinamentos), mas isso não conta.<br /><br />E foi a partir desse "assumi" que vejo a importância da blogagem. TÁ NA HORA DE COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA!<br /><br />- Afonso?<br />- Sim, Chato?<br />- Que chato, hein? Ter que assumir assim, em público, que não faz nada! Logo tu, que defendes a idéia de que se cada um fizer a sua parte, é possível sim, mudar a situação.<br />- Pois é, mas tem uma vantagem...<br />- Qual?<br />- Pelo menos agora posso pensar em algo para fazer nesse sentido.<br />- O que, por exemplo?<br />- Não sei bem ainda, mas quem sabe se ao ler os outros posts da blogagem eu não descubro alguma idéia adequada para mim?<br /><br />Faço aqui o <i>mea culpa</i> no tema. Sou daqueles que apontam problemas mas não levanta a bunda da cadeira para fazer algo.<br /><br />É, as meninas não facilitaram...(tem mais lá no <a href="http://lilifaz.wordpress.com/2008/04/18/o-que-voce-faz-para-acabar-com-o-analfabetismo-no-brasil/">Lili faz a sua parte</a>)<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/o-que-voce-faz.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Quebrando tabus, paradigmas e outras frescuras</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">analfabetismo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogagem coletiva</category>
            
            <pubDate>Fri, 18 Apr 2008 00:43:26 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Analfabetismo: participe! O Chato vai participar!</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Não será a primeira vez que O Chato, entre o monte de abobrinhas aqui destiladas, fala de educação.<br /><br />Por vezes me impressiona a capacidade que nossos meios de comunicação têm em se dedicar a uma causa. Vide o recente caso da menina jogada pela janela. Vedadeiras fortunas são gastas para cobrir a matéria. Dito de outra forma, toda uma economia se movimenta para "informar" sobre apenas um dentre os milhares de casos de crianças que morrem nesse pais. <br /><br />Sem dúvida que foi terrível o que aconteceu. Não há coisa mais hedionda do que um adulto praticar seja lá que tipo de violência for contra uma criança.<br /><br />Mas o que faz com que a mídia e a economia não gastem os mesmos milhões na solução do problema? <br /><br />Por que não bombardeiam todos os dias as famílias brasileiras com campanhas contra o atual nível da educação brasileira? Contra o analfabetismo? Claro que sabemos a razão. E por isso mesmo, por saber que jamais poderemos contar com a mídia para isso, é que devemos fazer a nossa parte. Por pouco que seja. <br /><br />E esse pouco pode ser participar da blogagem coletiva que a <a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/" target="_blank">Georgia</a> e a <a href="http://meiroca.com/" target="_blank">Meire</a> estão promovendo:<br /><br />:

<img src="http://i28.photobucket.com/albums/c219/meiroca/banner-nero.jpg" alt="" align="absmiddle" height="221" vspace="10" width="400" />
<blockquote><em> A convite da <strong><a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/">Georgia</a></strong>, o P&amp;P e a <strong>Meiroca</strong> estao colaborando e apoiando a <strong>proxima blogagem coletiva</strong>, que acontecera' no dia 1<strong>8 de abril, dia do livro</strong>, com o titulo "<strong>O que voce faz para acabar com o analfabetismo no Brasil</strong>?"
Esperamos contar com a adesao de muitos de voces para que juntos possamos acabar com o <strong>estigma (marca) de analfabeto</strong>.
Participem e divulguem em vossos blogs, os selos estao logo abaixo.
Agora com voces as palavras da <strong><a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/">Georgia</a></strong>.</em><br />&nbsp;<em><strong></strong></em>
<blockquote><em><strong><em><strong>"Um país se faz com homens e livros"
Monteiro Lobato</strong></em></strong></em>

<br /><br /><em><strong>Ao ler sobre o assunto <a href="http://brazil.indymedia.org/en/blue/2007/12/406066.shtml"><strong>aqui</strong></a>, tão bem escrito por <strong>Ataíde Lemos</strong>, fiquei assustada que ainda possa <strong>existir no Brasil um número de analfabetos tão expressivo</strong>.
</strong>
<br /><br />"O <strong>Brasil foi reprovado</strong> em:  <strong>Ciências, Matemática e Leitura</strong>. Ocupando o  53º lugar dentre os 55 países que foram submetidos à pesquisa, que foi feita pela <strong>Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).</strong></em>

<em><br /><br />Ele lança a pergunta: <strong>Qual será o futuro de um país onde a educação está relegada ao segundo ou terceiro plano? "</strong></em>

<em> <br /><br />Devo confessar a vocês que esta pergunta me incomodou muito nos últimos dias. Assim, desejei fazer algo, como uma blogagem, onde pudéssemos discutir o assunto e propor soluções. Parece-me uma boa idéia, agora.</em>

<br /><br /><em>Quando eu vivia no Brasil, durante dez anos <strong>trabalhei alfabetizando as crianças de rua</strong> ali na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro. Os adultos em algumas <strong>escolas à noite e na Favela da Rocinha,</strong> durante dois anos. Fiz isso voluntariamente nos meus horários livres. Nunca recebi um centavo. Mas a satisfação veio por ter levado a leitura a quem não sabia ler e escrever.</em>

<br /><br /><em><strong>O Brasil se ilude imaginando que o analfabetismo  diminuiu</strong>, mas sabemos que não e as estatísticas provam isso.</em>

<br /><br /><em>Fora isso, a qualidade de ensino caiu muito e feio. Mesmo não vivendo mais no <strong>Brasil</strong> tenho acompanhado as estatísticas. São tantas coisas que envolvem o ensino, que não dá para separá-los. Os problemas são sérios e grandes. No fundo, eles acabam afetando sempre a classe mais pobre e aí, a criança, o adolescente e os jovens não querem ir à escola porque precisam ajudar a mãe ou o pai nas despesas da casa.</em>

<em><br /><br />Dói-me o coração quando alguém me diz que não sabe ler nem escrever. Imagine, num tempo desses, onde tudo está ligado através de internet, onde podemos fazer tantas coisas. Mas tudo pára exatamente na escrita.</em>

<br /><br /><em>"Mais grave ainda é a situação do Nordeste, que tem o mais elevado índice de analfabetismo entre as cinco regiões do país.
<br /><br /></em><em>"Na média, um em cada cinco nordestinos declarou que não sabe ler nem escrever um bilhete simples."</em>

<em><br /><br /><strong>"Brasil tem segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul"</strong>
"O <strong>contingente de analfabetos no Brasil</strong> acima de 15 anos, 14 milhões de pessoas, coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de não-alfabetizados, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria."</em>

<br /><br /><em>Os dados sobre o <strong>analfabetismo </strong>são alarmantes.</em>

<br /><br /><em>A <strong>intenção da Blogagem Coletiva</strong> não é promover blog algum, mas tem por finalidade trazer novas idéias<strong> para combater o <strong>analfabetismo.</strong>
<br /><br /></strong>Não gostaria que ficássemos só nas críticas, reclamando que o <strong>Brasil</strong> é assim, que não tem jeito, que os políticos não ajudam. Disso, todos nós já sabemos.</em>

<em> <br /><br />Mas eu gostaria que apresentássemos soluções viáveis.</em>

<em> Por exemplo: <br /><br /></em><em>A) Como poderíamos ajudar?</em>

<br /><br /><em>B) Como a escola do meu filho, do meu neto, poderia ajudar? Poderia fazer o quê?,</em>

<em> <br /><br />C) Como eu poderia me integrar num plano desses, junto a uma escola, e ajudar voluntariamente? Talvez à noite alfabetizando...</em>

<em> Talvez você possa levar essa idéia para a escola mais próxima a você. </em>

<em> <br /><br />D) A própria escola poderia oferecer um curso de 3 meses noturno para a família. O próprio aluno levaria o convite para os pais e outros familiares. A escola dele estaria empenhada em termos de alfabetização dos adultos.</em>

<br /><br /><em>E) Talvez você pertença a uma igreja. Quem sabe os membros da sua igreja possam ajudar a própria membresia a aprender a ler, escrever e oferecer ao bairro essa possibilidade?</em>

<br /><br /><em>Enfim, a <strong>Blogagem Coletiva contra o Analfabetismo</strong> tem essas finalidades:</em>

<em><br /><br />Pensarmos em soluções e apresentá-las no bairro em que  vivemos.</em>

<em><br /><br />Quem sabe até, apresentá-la ao Prefeito da sua cidade?</em>

<br /><br /><em><strong>Fica aqui o meu apelo e minha convocação para esta blogagem</strong>, que tem o apoio total da Meire . <br /><br />Foi ela quem fez estes selos lindos para a nossa blogagem.</em>

<em><strong> Dia 18 de abril, dia Nacional do Livro. Dia da nossa Blogagem Coletiva contra o Analfabetismo.</strong> Pegue seu selinho, ajude a divulgar. Participe.</em>

<br /><br /><em>Muito obrigada e um grande abraço</em>

<em><em><a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/">Georgia Aegerter</a></em></em></blockquote>
</blockquote>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/analfabetismo-p.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">analfabetismo</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogagem coletiva</category>
            
            <pubDate>Tue, 15 Apr 2008 00:26:20 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Dia da Terra!</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Primeiro, tem novidade lá no Ambiarte: <a href="http://ambiarte.wordpress.com/2008/04/13/o-guardador-de-rebanhos/" target="_blank" />O Guardador de Rebanhos</a>. <br /><br /><a href="http://www.flickr.com/photos/25309104@N05/2405825953/" title="terra1 by verbeat blogs, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2353/2405825953_7e8b443501_o.gif" alt="terra1" align="middle" height="267" vspace="20" width="400" /></a><p>O dia 22 de abril está quase aí. Não será apenas mais um dia de postagem coletiva do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte">Faça a sua parte</a>. Nem deveria. Afinal, pisamos nela todos os dias. A questão é: como pisamos?</p><p>Nesse 21 de abril, véspera do Dia da Terra, apesar de ser feriado, levante cedo, como sempre faz em dias de trabalho. Mas experimente fazer algo diferente: antes mesmo da higiene ou de tomar o café da manhã, molhe um pouco de terra, um vaso que seja. Respire fundo e sinta o aroma. Pegue um pouco da terra molhada com as mãos. Esfregue. Sinta nos dedos, na palma das mãos. Passe no rosto; sinta como se fosse um beijo. <br /></p>Coloque um pouco na língua. Não tenha receio! Lembre-se da infância, de quando isso era natural; de quando nada dessa nossa cultura ainda havia sido colocada em você! De quando a natureza e você eram uma coisa só. De quando você e sua mãe eram uma coisa só!<br /><br />Estranho, né? Pois é assim que somos em relação à Terra. Estranhos. Como num país cuja língua e costumes não entendemos. Nesse feriado, aproveite para sentir a Terra. E depois escreva um post sobre isso. Publique no dia 22.<br /><br />Escreva sobre a Terra, o que quiser, mas tente escrever, também, sobre os seus sentimentos, sobre o quanto você se sente afastado ou integrado a ela. <br /><br />Como você pisa na Terra?<br /><br />Consulte o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html">Calendário Verde do Faça a sua parte</a>. Além de farto material sobre a Terra, você encontrará os <a href="http://www.verbeat.org/nosnarede/arquivos/2006/04/22_de_abril_dia.html">posts que foram escritos para o dia da Terra em 2007</a>.<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/dia-da-terra.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Meio Ambiente</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Dia da Terra</category>
            
            <pubDate>Sat, 12 Apr 2008 06:54:11 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>nas entrelinhas</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />O que seriam das linhas não fossem as entrelinhas. Pois "<a href="http://www.verbeat.org/blogs/forsit/2008/04/nas-entrelinhas.html">nas entrelinhas</a>" é o título do post da Ministra da Verbeat, Olivia Maia, no blog <a href="http://www.verbeat.org/blogs/forsit/">Forsit</a>. O assunto é:<br /><br /><blockquote>"<i>na verdade, o erro do <a href="http://www.interney.net/">Edney</a>, ao criar a <a href="http://www.interney.net/?p=9761731">blogagem inédita</a>, foi pressupor, naquele primeiro momento, o "repórter", que ele, agora, quer fazer nessa <a href="http://www.interney.net/?p=9761747">nova blogagem coletiva</a>.
claro que era desse tipo de post que ele estava falando na blogagem
inédita, e isso estava nas entrelinhas. mas isso era porque é essa a
forma que ele -- e a mídia, digamos -- está vendo os blogs agora. é
esse tipo de pensamento que causa aquele debate despropositado sobre
jornalistas x blogueiros. porque essa oposição só pode existir quando
existe a comparação.</i>" (leia o resto - e os já vários comentários - no link acima antes de prosseguir).<br /></blockquote><br />Ora, se a liberdade que queremos é uma liberdade sem adjetivos, ela também é uma liberdade para quem quer acabar com a liberdade. É um direito que, via de regra, só se impõe pela via do mais forte matando, liquidando, ou apenas enchendo de porrada, o mais fraco. <br /><br />Mas aí aparecem as entrelinhas. Na blogosfera a guerra não é física e sequer econômica (não custa nada ter um blog). Mas é a velha guerra de tentar impor os seus padrões como padrões universais. A história real se repete na história da blogosfera. Poucos espertos se aproveitam dos muitos incautos. E vendem a salvação da alma, pressupondo que pertencer "à classe dos eleitos" (no caso, à classe dos daqueles que supõem serem os seus objetivos de vida o sonho e a realização de todos os demais) vai conduzir seus seguidores ao paraíso.<br /><br />Como disse no post anterior, "Devo
confessar que me espanta, por vezes, o cartesianismo de certos
pensamentos". A história também nos mostra que "liberdade" não é a liberdade que uns poucos querem que seja, mas a liberdade que muitos fazem ser a liberdade. Daí surgem as resistências. E essa é uma resistência que começa a tomar forma. Nas entrelinhas, por enquanto...<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/nas-entrelinhas.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">O que eu penso sobre...</category>
            
            
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">blogs</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">entrelinhas</category>
            
            <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 19:40:03 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Overdose! - II</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br /><p id="vx_5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">- tem <a href="http://ambiarte.wordpress.com/2008/04/06/a-floresta/" target="_blank">A Floresta</a>, de Vinícius de Moraes, lá no <a href="http://ambiarte.wordpress.com/" target="_blank">Ambiarte</a></p><p id="vx_5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">- tem <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/04/humanismo-ambiental.html" target="_blank">Humanismo Ambiental</a>, lá no <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte" target="_blank">Faça a sua parte</a></p><p id="vx_5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">- tem <a href="http://condessa.wordpress.com/2008/04/07/meu-primeiro-passeio-ecologico/" target="_blank">Meu primeiro passeio ecológico</a>, lá no <a href="http://condessa.wordpress.com/" target="_blank">As Aventuras da Condessa Clarissa</a></p><p id="vx_5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">- continua a <a href="http://lilifaz.wordpress.com/2008/03/30/analfabetismo/" target="_blank">chamada para a blogagem coletiva contra o analfabetismo</a>, lá no <a href="http://lilifaz.wordpress.com/" target="_blank">Lili faz a sua parte</a></p><br /><p id="vx_5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">e, não fosse pouco, segue um post sobre um comentário no post anterior:<br /></p>
<p id="yp9p" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="y3po" />
</p>
<p id="clzo" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Meu
querido amigo Sem-Blog, Moses (e também, na mesma linha, a <a href="http://saia-justa-georgia.blogspot.com/">Georgia</a>), abordam o
"lado negro" do maio de 68 em seus comentários ao
post anterior. Diz ele que "<i>68 foi mágico, mas criou
muita merda. A derrocada do 'pudor' como valor significou
muito além da magnífica liberdade: significou, também,
o não ter mais vergonha de esbaldar-se enquanto o outro morre
de fome. A pregação do prazer individual e da
felicidade qualquer custo foi a semente do vale-tudo que aí
está. A redução da conduta de precisar
justificar-se a mera 'velharia' consagrou a
desconsideração pelo outro</i>".</p>
<p id="qnsy" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="gdo2" />
</p>
<p id="ye4f" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Devo
confessar que me espanta, por vezes, o cartesianismo de certos
pensamentos, que ignoram que, em se tratando de sociedade, não apenas uma única causa, mas causas e, dentre elas, algumas muito mais importantes para o
"vale-tudo que aí está", mais ainda se
pensarmos em um país periférico ao movimento, como o
Brasil pós-68, e em plena vigência de uma ditadura que
consagrou um modelo de educação e um modelo midiático
que privilegiaram o desenvolvimento do "esbaldar-se enquanto o
outro morre de fome", sem vergonha alguma disso. 
</p>
<p id="guc5" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="mo9t" />
</p>
<p id="coz6" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Não
foi o 68 que transformou guerrilheiros em políticos apenas
interessados na satisfação individual. Não foi
68 que deu a Gl@b@ (e congêneres escritas, faladas e
televisivas) o poder que teve de ignorantizar e  alienar<sup>1</sup> as pessoas e
de torná-las individualistas, por meio de décadas de
propaganda de ideais consumistas e de mostrar "mulher meio nua,
de bunda prá cima e fazendo cara de piranha" como sendo
"sensualidade".</p>
<p id="zoup" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="x.02" />
</p>
<p id="gj94" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Não
foi o 68 que fez essa nação optar pelo modelo cultural
norte-americano, esse sim, de viés absolutamente
individualista, mas, sim, esse mesmo poder que tomou conta de nós
por mais de 20 anos e que deixou raízes profundas, das quais
ainda haveremos de levar várias gerações para
nos livrar.</p>
<p id="xj_l" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="hrsl" />
</p>
<p id="d4b1" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Não
foi 68 que fez de nós um país com 74% de "alfabetizados
funcionais", gente que, no máximo, "consegue ler
um texto curto, localizando uma informação explícita
ou que exija uma pequena inferência" (a bem da verdade,
os que conseguem isso representam apenas 38%. Os demais, 36%, são
de analfabetos ou de "alfabetizados nível rudimentar").
O que esperar dessa gente? Nada, a não ser que se atirem numa
poltrona, todas as noites, e fiquem a ver telejornal e novela. Ou,
como recente pesquisa realizada "pela <i id="xyu7">Revista</i>, de <i id="a82k">O
Globo</i>", que "mostrou que 55% dos brasileiros não
leram um livro sequer em 2007. Por quê? Nas classes A e B, 59%
responderam 'não tenho o hábito' e 19%
disseram 'não gosto'. Nas classes D e E os índices
foram de 58% e 27%".</p>
<p id="im0t" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="l-ew" />
</p>
<p id="g1bq" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">Eles não
são produto de 68! Nós, os 26% que "consegue ler
textos mais longos, localizar e relacionar mais de uma informação,
comparar vários textos, identificar fontes" <b id="dw_7">e que leu
ao menos um livro em 2007</b>, não somos produtos de 68, tão
pouco! Ainda somos produtos de uma mescla de ver e de se preocupar
com o mundo dos nossos pais com a nova forma originada em 68. 
</p>
<p id="brmk" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR"><br id="lspr" />
</p>
<p id="pb5i" class="western" style="margin-bottom: 0in;" lang="pt-BR">E foi uma
forma, não preciso recordar tudo aqui, exatamente contrária
ao individualismo e ao "vale-tudo que aí está".
</p><br /><sup>1</sup><b><i><font style="font-size: 1em;">O conceito de alienação vem do seu significado jurídico - o de entregar
a outro o que nos é próprio. Produzir um mundo em que não nos
reconhecemos é um produto da alienação. Atribuir a seres que estão para
além do mundo a responsabilidade e o poder sobre o mundo é assumir uma
visão alienada. É alienar responsabilidade dos homens sobre o nosso
mundo. O humanismo, ao contrário, busca compreender o mundo tal qual
ele é a partir da ação - consciente ou não - dos próprios homens, como
condição de sua liberdade e de sua responsabilidade.</font></i><br /></b><br />Depois eu cito as fontes...<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/overdose-ii.html</link>
            <guid>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/04/overdose-ii.html</guid>
            
            
            <pubDate>Mon, 07 Apr 2008 00:33:23 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Overdose!</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Overdose de Chato:<br /><br />- tem <a href="http://condessa.wordpress.com/2008/03/30/personalidade/" target="_blank">Personalidade</a>, lá no <a href="http://condessa.wordpress.com/" target="_balnk">As Aventuras da Condessa Clarissa</a><br />- tem <a href="http://ambiarte.wordpress.com/2008/03/30/duna-ii/" target="_blank">Duna - II</a>, lá no <a href="http://ambiarte.wordpress.com/" target="_blank">Ambiarte</a><br />- tem <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/03/consciencia.html" target="_blank">Consciência</a>, lá no <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte" target="_blank">Faça a sua parte</a><br />- tem <a href="http://lilifaz.wordpress.com/2008/03/30/analfabetismo/" target="_blank">Analfabetismo</a>, lá no <a href="http://lilifaz.wordpress.com/" target="_blank">Lili faz a sua parte</a><br /><br />Não cansou? Então, pra terminar de torrar a paciência de vocês, tem esse aqui:<br /><br /><br />O ano? 1986. Só desgraças. Fiquei desempregado, o Brasil eliminado da copa (talvez a mais inesquecível para mim, em função de toda a conjuntura), a primeira das separações (a primeira a gente nunca esquece), a decisão de nunca mais ver telejornal e, do que me lembro hoje, tive que dar o gato, que acabou ficando comigo. Acho que o coitado sofreu mais do que eu com a separação, mas não tinha como ficar com ele. <br /><br />As lembranças começaram a aparecer ao me deparar com uma matéria no jornal Correio do Povo (edição de 23 de março), que vi ao visitar meu atual sogro (sim, sogro(a) e mulher sempre devem ser referidos como "os atuais"). O título é "<b>Cohn-Bendit pede aos jovens que esqueçam 1968</b>".<br /><br />Diz ele, na materia: "Meu conselho é que esqueçam maio de 1968. Por quê? Porque acabou! Foi extraordinário, mudou nossas vidas, mudamos a vida. Mas não vamos voltar ao tema eternamente."<br /><br />Conversando esses dias com a minha filha, Fernanda (a Condessa ainda não está preparada para esse tipo de conversa), fiquei literalmente apavorado ao ver que a geração dela (a atual, pois tem 18 anos) não tem nada do que se recordar. Nenhum movimento político, nenhum movimento cultural, nenhuma rebeldia, nada, nada que possa fazer deles pessoas que digam mais do que ela me disse, quando perguntei se estava sentindo algo diferente, importante, por ter entrado na faculdade: "pai, não mudou nada!"<br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="homem.gif" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/homem.gif" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="388" width="250" /></span>Juntei as duas coisas e foi como se estivesse num jogo de futebol ao receber uma bolada bem ali, ali onde dói mais. Uma me diz que não tem nada do que lembrar; outro me pede para esquecer! Pra completar a dor, ela ainda me sai com essa: "pai, queria ter vivido na tua época!".<br /><br />Terminei de morrer ali mesmo! Percebi o pecado que cometi ao contar para ela como havia sido a minha infância e, depois, a minha juventude. A "revolução", a Jovem Guarda, os festivais de música, ver "Pra não dizer que não falei das flores" virar hino, Monterey, Woodstock, Beatles, Roling Stones, maio de 68, Chico, Gil, Gal, Bethânia, Elis, Bossa Nova, Tropicália, Cinema Novo, a revolução feminista, a Guerra Fria, a Cortina de Ferro, a Primavera de Praga, Cream, The Who, Pink Floyd, Led Zeppelin, Yes, Hendrix, Joplin, o sonho de liberdade, calça boca-de-sino, usar cabelos compridos, ver&nbsp; tanques apontando os canhões pra minha casa em Brasília, o Brasil ser eliminado da copa de 66, a Sônia - primeira grande paixão (e também a única primeira grande paixão que me lembro) -, e muito, mas muito mais mesmo. <br /><br />E tudo isso desemboca na entrada na UNIVERSIDADE, na década de 70. Na década da plena vigência do AI5, do 477, do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, da abertura "lenta, gradual e segura", dos senadores biônicos (Pacote de Abril), da "Disco", da guerrilha, do "Ame-me ou deixe-me!", do "Tri", das crises do petróleo, do computador, da calculadora eletrônica, <br /><br />E hoje, minha filha diz que entrar na universidade é a coisa mais normal do mundo. Algo tipo "sem graça, sabe!". E o outro me pede para esquecer! Como esquecer as duas décadas mais inesqucíveis que esse país e o mundo já tiveram? (fora, claro, as que eu não vivi)<br /><br />E por que 1986? Porque está entre 1984 e 1988. Porque está entre a última genuína manifestação  de uma geração e a primeira manifestação (porque nascendo) de várias gerações absolutamente inexistentes. <br /><br />"Diretas Já", gritávamos pelas ruas e comícios! "Impeachment", gritou a geração seguinte, movida apenas por uma mídia interessada em exorcisar "aquilo" que tinha colocado no lugar de Presidente da República. Essa mesma mídia que tratou de pasteurizar uma geração inteira e que continua a pasteurizar as atuais.<br /><br />Estamos precisando de um maio de 2008 e o tal Daniel nos pede para esquecer maio de 68. Tá certo, vou esquecer. Mas o que devo dizer para a minha filha? Que esqueça os exemplos da história? Que não tenha sonhos, pois os esquecerá, quando tiver 63 anos (Daniel é de 1945)? Que não crie ideais e lute por eles? Se esquecermos de maio de 68, é bem possível que esqueçamos, também, maio de 1945 e de tudo o que representou a IIGG.<br /><br />Que péssimo exemplo, seu Daniel. Espero que não tenha educado seus filhos, ensinando-os a esquecer o próprio pai.<br /><br /><font style="font-size: 0.8em;">Imagem: http://www.cce.ufsc.br/~nupill/literatura/homem.gif</font><br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/lembrancas.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Blogs</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Seria triste, não fosse hilário</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Somos todos palhaços!</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">maio 68</category>
            
            <pubDate>Sun, 30 Mar 2008 00:29:38 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Ainda está aqui?</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Então sai e vai lá no <a href="http://ambiarte.wordpress.com/">Ambiarte</a>! Mal começou e já tem post novo!<br /><br />Corre! Corre!<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/ainda-esta-aqui.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">meio ambiente</category>
            
            <pubDate>Tue, 25 Mar 2008 00:01:32 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Novo blog: AMBIARTE</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Mal dou conta do que já tenho por fazer, mas como bom geminiano, vivo de inventar sarna pra me coçar. Assim, criei mais um blog:<br /><br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://ambiarte.wordpress.com/"><img alt="ambiarte1.gif" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/ambiarte1.gif" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px; text-align: center; display: block;" height="324" width="450" /></a></span>Este blog é fruto de uma idéia que me ocorreu quando foram publicadas <a href="http://www.germinaliteratura.com.br/2008/variedades_aescosteguy_mar2008.htm">duas crônicas </a>minhas, sobre meio ambiente, na <a href="http://www.germinaliteratura.com.br/index1.htm">Germina, Revista de Literatura e Arte</a>, editada por <a href="http://marizalourenco.blogspot.com/">Mariza Lourenço</a> e Silvana Guimarães. Por sinal, é culpa da Mariza, pois submeti a idéia e ela aprovou.<br /><br />
<p>O objetivo é comentar (sequer diria analisar, pois isso requereria
perícia, coisa que não tenho) sobre como os autores de literatura e
artes em geral descrevem o meio ambiente em suas obras.</p> <div>Cliquem na imagem e vão lá, vão! O Chato agradece antecipadamente.<br /></div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/novo-blog-ambia.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Meio Ambiente</category>
            
            
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">meio ambiente</category>
            
            <pubDate>Sun, 23 Mar 2008 10:00:54 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Tio, me dá um gole d&apos;água, por favor! Ou, o Brasil será sede da III Guerra Mundial!</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="Aquiferoguarani.gif" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/Aquiferoguarani.gif" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="253" width="250" /></span>Dia chegaremos em que essa frase-título será ouvida em todas as sinaleiras do mundo, substituindo a atual "Tio, tem uma moedinha pra me dar? É pra comprar comida!"<br /><br />Temos um sério problema de percepção do tempo. Somos capazes de perceber apenas um&nbsp; ciclo "dia-noite". Mais, foge da nossa capacidade. Vira futuro! E só sabemos lidar com o futuro na imaginação. O "aqui-e-agora" é o que vale. Cartão-ponto!<br /><br />As coisas são fáceis para nós. Bateu o cartão na hora, é salário integral no fim do mês. E salário integral para pagar a conta que a grande maioria, que vive de aluguél, não vê, pois vem imbutida no "condomínio": a conta da água!<br /><br />Desista de ler agora! Para ler o que vem por aí é preciso ter "estômago". Vais prosseguir? Será por conta e risco, hein? O post faz parte da blogagem coletiva que promovemos lá no <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/">Faça a sua parte</a>. Acesse o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html">Calendário Verde do Faça a sua parte</a> e informe-se mais sobre esse dia. Leia, também, os <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/03/22-de-marco-dia-mundial-da-agu.html">posts</a> que estão participando da blogagem.<br /><br />Tem gente que urina 100 ml (e até menos) e gasta 20 litros da mais pura e tratada água para "limpar" aquilo que considera a "sua sujeira". Já ouvi gente dizendo: "mas é feia aquela água amarelada...". Feio, gente, vai ser pedir água nas esquinas.... E até parece que a casa está sempre cheia de visitas que irão ao banheiro a todo momento e notar. Na maior parte das vezes, nossa urina é da mesma "cor" da água (mas atenção: se isso não acontece com você, procure um médico ou alimente-se melhor).&nbsp; Claro que para&nbsp; o n.° 2&nbsp; não há alternativa,&nbsp; mas pelo menos esse é apenas uma vez por dia (mas atenção: se isso não acontece com você, procure um médico ou alimente-se melhor).  <br /><br />Ainda se vê por aí (e muito) pessoas "varrendo" calçadas com água. E por que moradores de condomínios deixam isso acontecer? Porque a conta da água não aparece. Mas principalmente porque, ironicamente, fomos educados a não dar bola para a água. E digo ironicamente porque todos sabemos que a água é vital para a nossa própria existência.<br /><br />Nosso problema de percepção do tempo não nos deixa perceber que a água potável, além de cara, vai acabar. E quando comeeçar a acabar, alguém irá lembrar que estamos sentados sobre uma das maiores reservas mundiais de água doce: o Aqüífero Guarani. Sim, esse da imagem que ilustra o post (região em azul). Já se apregoa, por aí, que existem "movimentações" no lado dos <i>hermanos </i>da tríplice fronteira, como forma de garantir essa disponibilidade de água num futuro não muito distante. <br /><br />Um vídeo sobre o Aqüífero Guarani, pode ser visto <a href="http://www.sg-guarani.org/microsite/pages/pt/info.php">aqui</a>.<br /><br />Teorias da conspiração à parte, o fato que o Brasil está sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aq%C3%BC%C3%ADfero_Guarani">70% </a>desse manancial. E "<font face="Verdana" size="2"><i>A combinação da qualidade 
da água ser, regra geral, adequada para consumo humano, com o fato do aqüífero 
apresentar boa proteção contra os agentes de poluição que afetam rapidamente as 
águas dos rios e outros mananciais de água de superfície, aliado ao fato de 
haver uma possibilidade de captação nos locais onde ocorrem as demandas e serem 
grandes as suas reservas de água, faz com que o Aqüífero Guarani seja o 
manancial mais econômico, social e flexível para abastecimento do consumo humano 
na área.</i>" (<a href="http://www.daaeararaquara.com.br/guarani.htm">daqui</a>).<br /><br />Mais, "</font><font><i>Sob condições naturais, apenas uma parcela das reservas
reguladoras é passível de explotação. Em geral, esta parcela é
calculada entre 25% e 50% (Rebouças, 1992) das reservas reguladoras,
respectivamente entre 40 a 80 km³/ano. Este volume pode aumentar
dependendo da adoção de técnicas de desenvolvimento de aqüíferos
disponíveis; contudo, os estudos deverão ser aprofundados para definir
a taxa de explotação sustentável das reservas, uma vez que a soma das
extrações com as descargas naturais do aqüífero para rios e oceano, não
pode ser superior a sua recarga natural.</i></font><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="aquifero1.gif" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/aquifero1.gif" class="mt-image-right" style="margin: 0pt 0pt 20px 20px; float: right;" height="185" width="250" /></span><font><i><br /> A proteção contra os
agentes de poluição que comumente afetam os mananciais de água na
superfície, que decorre de mecanismos naturais de filtração e
autodepuração bio-geoquímica que ocorrem no subsolo, resulta numa água
de excelente qualidade. A qualidade da água e a possibilidade de
captação nos próprios locais onde ocorrem as demandas fazem com que o
aproveitamento das águas do aqüífero Guarani assuma características
econômicas, sociais e políticas destacadas para abastecimento da
população.<br /><br />Aspectos relativos ao desenvolvimento e uso das funções
do aqüífero são ainda incipientes. O uso da energia termal de suas
águas poderá resultar, eventualmente, em economia de energia de outras
fontes e em processos de co-geração de energia elétrica. Atualmente,
destaca-se o uso energético em balneários e indústrias agropecuárias.<br /><br />Um dos principais problemas existentes é o risco de deterioração do
aqüífero em decorrência do aumento dos volumes explotados e do
crescimento das fontes de poluição pontuais e difusas. Essa situação
exige gerenciamento adequado por parte das esferas de governo federal,
estadual e municipal sobre as condições de aproveitamento dos recursos
do aqüífero</i>."</font> (<a href="http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=807">daqui</a>)<br /><font face="Verdana" size="2"><br /><br />Um das principais fontes de poluição dos mananciais, além da poluição causada por uso de agrotóxicos, é a falta de sanemento. O Brasil apresenta, infelizmente, um quadro alarmante com relação ao saneamento. O texto a seguir ilustra bem a nossa situação:<br /><br />"</font><i>Apesar da importância para saúde e meio ambiente, o saneamento
básico no Brasil está longe de ser adequado. Mais da metade da
população não conta, sequer, com redes para coleta de esgotos e 80% dos
resíduos gerados são lançados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de
tratamento.<br /><br /></i>
<div>
<p><i>O descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento em
nosso País, em especial nas áreas urbanas, compromete a qualidade de
vida da população e do meio ambiente. Enchentes, lixo, contaminação dos
mananciais, água sem tratamento e doenças apresentam uma relação
estreita. Diarréias, dengue, febre tifóide e malária, que resultam em
milhares de mortes anuais, especialmente de crianças, são transmitidas
por água contaminada com esgotos humanos, dejetos animais e lixo.
</i></p>
<p><i>Em 2000, 60% da população brasileira não tinha acesso à rede
coletora de esgotos e apenas 20% do esgoto gerado no País recebia algum
tipo de tratamento. Nesse mesmo ano, quase um quarto da população não
tinha acesso à rede de abastecimento de água. Este quadro foi
apresentado em 2004, no Atlas de Saneamento do IBGE, que teve como base
os dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (<a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pnsb/default.shtm">PNSB</a>), divulgada em 2002, combinado com informações do Censo 2000 e de instituições do governo e universidades.
</i></p>
<p><i>
A avaliação da abrangência dos serviços de saneamento no País feita
pelo IBGE considerou a existência ou não de serviços de saneamento nos
municípios, independentemente de sua extensão, eficiência e quantidade
de domicílios atendidos. O resultado é que a maioria dos municípios
brasileiros, cerca de 97,7%, conta com rede de abastecimento de água e
apenas metade deles possui rede de esgoto.&nbsp; Ainda segundo o Atlas, mais
de 77,8% dos domicílios brasileiros tinham acesso à água potável em
2000, enquanto apenas 47,2% das casas eram servidas pela rede de
esgoto.
</i></p>
<p><i>Ainda segundo esta pesquisa, entre os 5.507 municípios do País, mais
de 1,3 mil enfrentam problemas com enchentes. A coleta de lixo é
amplamente difundida, porém a grande maioria dos municípios (63,3%)
deposita seus resíduos em lixões a céu aberto e sem nenhum tratamento.
Os aterros sanitários estão presentes em apenas 13,8% dos municípios
brasileiros, e apenas 8% deles afirmam ter coleta seletiva.
</i></p>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="esgoto.gif" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/esgoto.gif" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="188" width="250" /></span><p><i>A ausência de investimentos em itens tão fundamentais como os
serviços de saneamento têm impactos sobre a saúde da população e o meio
ambiente. O estudo do IBGE mostra que, em 2000, foram registrados mais
de 800 mil casos de seis doenças - dengue, malária, hepatite A,
leptospirose, tifo e febre amarela - que estão diretamente ligadas à má
qualidade da água, às enchentes, à falta de tratamento adequado do
esgoto e do lixo. Naquele ano, mais de 3 mil crianças com menos de
cinco anos morreram de diarréia.
</i></p>
<p><i>A pesquisa do IBGE demonstra grande desigualdade na distribuição dos
serviços pelas grandes regiões do País. A região Sudeste se destaca
como a área com os melhores serviços de saneamento.&nbsp; Por outro lado, as
regiões Nordeste e Norte são as que apresentam os piores índices. No
Nordeste, mais da metade dos municípios não conta com rede de
abastecimento de água e de esgotos.</i>" (<a href="http://www.mananciais.org.br/site/agua/saneamento">daqui</a>)</p><br /><p>O site do Ministério das Cidades tem muito material interessante sobre o assunto no <a href="http://www.snis.gov.br/">Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento</a>.<br /></p><br /><p>Bueno, se um país não consegue investir sequer em saneamento básico, que dirá investir na proteção dos seus mananciais, como o Aqüífero Guarani. Talvez nem seja o caso de uma guerra, pois é muto fácil tomar conta de algo que não é cuidado.</p>Só nos restará pedir: <b>Tio, me dá um gole d'água, por favor!</b><br /><br /><p><font style="font-size: 0.8em;">Imagens: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aq%C3%BC%C3%ADfero_Guarani">Wikipédia</a>,&nbsp; <a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.cnpma.embrapa.br/projetos/images/aquifero1.jpg&amp;imgrefurl=http://www.cnpma.embrapa.br/projetos/aguasub/aguasub_port_page.html&amp;h=259&amp;w=350&amp;sz=47&amp;hl=pt-BR&amp;start=26&amp;um=1&amp;tbnid=6XiRDZ86t9RRmM:&amp;tbnh=89&amp;tbnw=120&amp;prev=/images%3Fq%3D%2522aq%25C3%25BC%25C3%25ADfero%2Bguarani%2522%26start%3D20%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DN">Embrapa</a> e <a href="http://www.santagenebra.org.br/default.asp">Santa Genebra</a>.</font><br /></p></div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/tio-me-da-um-go.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Quebrando tabus, paradigmas e outras frescuras</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">água</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Faça a sua parte</category>
            
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            <pubDate>Sat, 22 Mar 2008 00:54:33 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>22 de março - Dia Mundial da Água</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br /><a href="http://esa.un.org/iys/" taget="_blank"><img src="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/saneamento-thumb-250x242.gif" align="left" hspace="10" vspace="10" /></a>O dia 22 de março comemora o  Dia Mundial da Água. Nesse dia teremos mais uma edição da&nbsp; postagem coletiva do <a href="http://esa.un.org/iys/">Faça a sua parte</a>. <br /><br />A ONU escolheu 2008 como o "<b>Ano Internacional do Saneamento</b>". O Dia Mundial da Águá fará parte dos eventos programados.  <br /><br /><i>A
                        Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a
                        resolução <a href="http://daccessdds.un.org/doc/UNDOC/GEN/N93/100/87/IMG/N9310087.pdf?OpenElement" onmouseover="window.status='link description goes here'; return true" onmouseout="window.status=''; return true">A/RES/47/193</a> de 22 de dezembro de 1992 (p. 22/02/93),
                        através da qual 22 de março de cada ano seria
                        declarado Dia Mundial das Águas (DMA), para ser
                        observado a partir de 93, de acordo com as recomendações
                        da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente
                        e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (sobre
                        recursos hídricos) da Agenda 21. E através da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.670.htm" onmouseover="window.status='link description goes here'; return true" onmouseout="window.status=''; return true">Lei n.º 10.670</a>, de 14 de maio de 2003, o Congresso Nacional Brasileiro instituiu o Dia Nacional da Água na mesma data.</i><br /><br />Visite o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html">Calendário Verde do Faça a sua parte</a> e leia mais sobre o Dia Mundial da água. Clique no banner e informe-se. Veja porque o saneamento é um tema importante não apenas para o meio ambiente, mas para todos nós. <br /><br />A Terra deveria chamar-se ÁGUA. Pense nisso. Há muita coisa para ser escrita. PARTICIPE! Faça seu post e deixe aqui um comentário com o link. No dia 22 faremos um lista com os participantes. Depois, a lista será incorporada ao <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/calendario.html#22mar">Calendário Verde do Faça a sua parte</a> e seu post servirá de fonte de consulta para estudantes e para todos os que buscam informações e conhecimentos sobre a natureza.<br />]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/dia-mundial-da.html</link>
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            <pubDate>Tue, 18 Mar 2008 00:01:16 -0300</pubDate>
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            <title>Saindo do sério!</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br />Por uns dias esse blog deverá abandonar a habitual característica de ser um blog "coisinhas-caseiras-diarinho-infanto-juvenil-amontoado-de-bobagens-etc-e-tal-que-só-<br />meia-dúzia-se-dão-ao-trabalho-de-ler", para parecer, aos novos visitantes, se é que haverá, um blog sério.<br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://www.germinaliteratura.com.br/" border="0"><img alt="germina_ban.jpg" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/germina_ban.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px; text-align: center; display: block;" height="96" width="338" /></a></span><br />É que esse chato que vos chateia, recebeu a honra - "e ainda hoje me arrepia" (como diz o grande poeta gaúcho Jayme Caetano Braun) tanta honra - de ser publicado numa das mais conceituadas revistas eletrônicas: a <a href="http://www.germinaliteratura.com.br/">GERMINA, Revista de Literatura e Arte</a>. E friso a palavra "recebeu", pois acredito que não poderia ter usado "mereceu", como sói acontecer.<br /><br />Estar ao lado de grandes pode ter dois efeitos: ou nos faz sentir pequenos, ou nos ilude de que também somos grandes. Tanto faz para os que tem um pingo de consciência: A sensação é a mesma, a de que ainda temos muito que aprender.<br /><br />Há uma frase (que vai aqui de memória, portanto pode estar mal reproduzida) que diz: "por trás de todo homem, há sempre uma grande mulher!" Pois esse crédito devo a <a href="http://marizalourenco.blogspot.com/">Mariza Lourenço</a>, uma das editoras, junto com Silvana Guimarães, da <a href="http://www.germinaliteratura.com.br/">Germina</a>. <br /><br />Não sei se por causa do meu olhar profundo (que ela nunca viu, diga-se de passagem), ou dos meus já grisalhos cabelos (que teimam enganar as mulheres com a aura da experiência...), mas o fato é que ela, como a gente vê em alguns filmes norte-americanos, resolveu apostar no azarão da vez. Tadinha! Não a crucifiquem, por favor, se daqui a alguns dias, ela resolver confessar no seu blog: "gente, errar é humano!".<br /><br />Vão lá! Cliquem no banner aí em cima ou no link e leaim. Toda a revista, claro. Está ótima. Eu? Bom, eu estou em "Variedades"...<br /><br />Em tempo: tem novidades lá na <a href="http://condessa.wordpress.com/">Condessa Clarissa</a>.<br /><br /><br /><div><br /></div>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/saindo-do-serio.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Será que eu sei escrever?</category>
            
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Germina</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">literatura</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">meio ambiente</category>
            
            <pubDate>Sat, 15 Mar 2008 16:56:56 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Proposição III - do Livro de Proposições do Chato</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br /><div align="center"><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="pedras3.jpg" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/pedras3.jpg" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="473" width="213" /></span><b>PROPOSIÇÃO III</b><br /></div><br /><i>O mundo é dos que dão!<br /><br /></i><font style="font-size: 0.8em;">DEMONSTRAÇÃO.</font> Ora, a humanidade ja se constitui, hoje em dia, de 53% de mulheres. Portanto, 53% da humanidade dá! <br /><br />Dos 47% restantes, algo em torno de 60% já está dando, mesmo que boa parte de forma escondida. <br /><br />A matemática é uma ciência exata. Façamos as contas e veremos que 81,2 % da humanidade dá. Como não existe meio virgem, ou "só deixar a cabecinha entrar e achar que não deu!", devemos arrendondar para 82, isto é, 82% da humanidade dá!&nbsp; Decorre daí,que o mundo é dos qu dão! Q.E.D.<br /><br /><div align="center">ESCÓLIO<br /></div><br />Até inventarem a cultura ocidental judaico-cristã, dar era algo natural. Tanto quanto viver. Os gregos e romanos que o digam. Não que eles , os desenvolvedores da cultura judaico-cristã, tenham mudado isso, mas apenas deram um "tom" filosofico-moral-religioso para o dar. Dar virou máxima: "é dando que se recebe".<br /><br />Claro que quem falou isso devia gostar de dar. <br /><br />Eu, por exemplo, já estou na fase de dar uma por semana. Bom, pelo menos eu ainda tento...<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/proposicao-iii.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Livro de Proposições do Chato</category>
            
            
            <pubDate>Tue, 11 Mar 2008 00:01:26 -0300</pubDate>
        </item>
        
        <item>
            <title>Proposição II - do Livro de Proposições do Chato</title>
            <description><![CDATA[Pois é,<br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="lago1.jpg" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/lago1.jpg" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="433" width="253" /></span><div align="center"><b>PROPOSIÇÃO II</b><br /></div><br /><i>O Brasil é um país rico, mas muito rico mesmo!</i><br /><br /><font style="font-size: 0.8em;">DEMONSTRAÇÃO</font> - Basta a ver a quantidade de dinheiro que é roubado, desviado em falcatruas, sonegado, lucrado pelas empresas (bancos, vales e br's e teles....a lista é longa). Não se pára mais de descobrir dinheiro sumido nesse país e que vai para o bolso de uns poucos. Ora, se há muito para ser roubado, é porque há muito dinheiro disponível e quem tem muito dinheiro disponível é rico. Logo, o Brasil é um país muito rico.&nbsp; Q.E.D.<br /><br /><div align="center">COROLÁRIO<br /></div><br />Se há tanta pobreza no Brasil e se há tanto dinheiro sumindo por aí, ou os homens públicos desse país fazem parte, ou não fazem a sua parte.<br /><br /><div align="center">ESCÓLIO<br /></div><br />Claro que as hipóteses do corolário são ambas verdadeiras, apesar da partícula "ou". Não há órgão público, ou mesmo poder, que possa se sentir "à vontade" hoje em dia. E, na contrapartida, há muitos que pensam duas vezes antes de dizer que "dormem tranqüilos".<br /><br />Não porque ambos, público ou privado, estejam preocupados com a miséria a que submetem um pais tão rico, mas com a atual e real possibilidade de serem "pegos". Não que isso se lhes importe. Afinal, ainda vivemos num país onde é mais fácil prender ladrões de galinhas...<br /><br />A conta é simples: calculem quanto do dinheiro anunciado por aí, que tenha sido roubado, foi recuperado? Quantos, dos tantos que se locupletam com o dinheiro público, estão realmente cumprindo alguma pena?<br /><br />É fácil roubar nesse país. É um país rico, mas muito rico mesmo!<br /><br />E ficamos tranqüilos, inertes, anestesiados pela midia. Como se estivéssemos lendo, ou assistindo, coisas que só acontecem em longínquos países da Terra do Nunca. <br /><br />Na verdade, os que podem não querem e os que querem não podem.<br /><br />E não podem porque anestesiados, repito, por uma mídia que, a bem da verdade, cumpre bem o seu papel: tornar as pessoas cada vez mais ignorantes, mais alienadas, menos cidadãs.<br /><br />O Brasil é rico. Nós, os brasileiros, é que somos pobres. De espírito!<br /> ]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/proposicao-ii-d.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Brasil</category>
            
                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Falcatruas</category>
            
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#tag">Sonegação</category>
            
            <pubDate>Sat, 08 Mar 2008 00:11:26 -0300</pubDate>
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        <item>
            <title>No Princípio</title>
            <description><![CDATA[<p>Pois é,<br /><br /><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="calc.jpg" src="http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/calc.jpg" class="mt-image-left" style="margin: 0pt 20px 20px 0pt; float: left;" height="160" width="150" /></span><p>No princípio era só verbo. Fez-se tímida, como manda o recato.<br />
Apenas longas conversas, entremeadas de pequenas sílabas que mostravam<br />
que não demoraria muito e ela trocaria o verbo por gritos de prazer.</p><br />
<p>E não demorou muito. Ele sabia que precisava arriscar. Estás de<br />
calcinha? E logo veio a reposta. Sim, de algodão, de rendas e pequena.<br />
Isso não foi uma deixa, foi um pedido, pensou.</p><br /><p>Leiam o resto no <a href="http://macabelagem.ideiadejerico.com/?p=117">Macabelagem</a>...<br /></p> </p>]]></description>
            <link>http://www.verbeat.org/blogs/afonsochato/2008/03/no-principio-1.html</link>
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                <category domain="http://www.sixapart.com/ns/types#category">Causos, histórias e outras mentiras</category>
            
            
            <pubDate>Wed, 05 Mar 2008 00:32:00 -0300</pubDate>
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