Pois é,
Antes de continuar, se existem três coisas pelas quais ainda vale a pena manter a esperança no mundo, ei-las:
Dezesseis anos as separam. Mera questão de idade, pois sabemos que serão adultas no mesmo mundo e tempo. Tempo e mundo que já não me pertencem. Na verdade, ambos nunca me pertenceram. Mas foi domingo, e domingo é dia consagrado. Poucas vezes tenho conseguido fazer isso. Pai e filhas. A Fernanda não mora comigo, e, infelizmente, ambas, Kaya e Fernanda, mantêm uma relação, no máximo, social e de respeito. Elas querem assim e só me resta respeitá-las. Aos poucos tento buscar uma maior convivência, mas é difícil.
Ao menos temos algo em comum: uma bela picanha mal passada, assada por este que vos escreve. Daí a pensar é um pulo: se não sou capaz de resolver um problema caseiro, aparentemente de fácil solução, como enfrentar problemas da humanidade?








































