maio 2008 Archives

Pois é,


[30/05] Em Aquecimento Global: mito ou verdade?, Flavio Prada dá uma verdadeira aula. Imperdível. "Muito se fala hoje do efeito estufa. Vozes contraditórias que refletem muitas vezes o quanto a informação e a desinformação andam juntas, por culpa da influencia dos interesses. Lendo aqui e ali pode parecer que o efeito estufa seja um vilão misterioso que vai nos destruir, ou de outro lado, algo inofensivo e sem conseqüências. Pois não é nem uma coisa nem outra." Vai lá descobrir porque não é uma coisa nem outra...

[29/05] Educando no meio ambiente urbano. Título do post de Luz Fernandez, que nos remete a uma outra visão da educação ambiental: "Muitas vezes, quando pensamos em educação, pensamos no modelo formal, aquele tradicional, do professor, sala de aula, alunos sentados. Fico feliz que o termo educação ambiental remete a contato com a natureza, sensibilização, e coisas do gênero. Mas será que esse é o caminho, me pergunto. É um dos, mas atualmente acredito mais na sensibilização das pessoas para os hábitos cotidianos urbanos, como eles interferem na questão climática de forma incisiva". Vai lá...

Denise Rangel faz uma provocação em Crianças a serviço da causa ambiental: "Certamente não vamos, sozinhos, resolver os problemas do nosso planeta, mas podemos contribuir para que as próximas gerações, as dos nossos filhos e netos, encontrem uma Terra melhor. Nos próximos 50 anos, muitos de nós terão descendentes próximos ainda vivos, pois muitas das pessoas que nasceram hoje, ainda estarão vivas. Portanto, que cada um faça a sua parte e da melhor forma possível. Pelos nossos filhos e pelos filhos de nossos filhos." Vai lá e opina..

[28/05] É um dos meus dias. Com o título "Debates do Faça - Educação Ambiental: a quem devemos educar? O paradigmático caso das sacolas plásticas", aproveito para debater a tese de que "devemos educar os adultos de hoje, caso contrário, escola alguma vai conseguir educar as crianças". Tá bem, não precisa ir lá...

[27/05] Nosso mais novo colaborador, Jubal, em "Florestas: Até Quando?", nos coloca a pensar: "Pesquisadores já concluiram que há 20 milhões de anos não existia a Floresta Amazônica, nos padrões atuais. Tudo por aqui era um clima árido demais para suportar uma exuberante floresta tropical. Então, ela só foi existir há 6 milhões de anos, após idas e vindas do mar e com as bençãos da pródiga natureza.
Significaria que por ela não existir anteriormente, os exploradores e moradores locais tem o direito de desflorestar e transformar o ambiente amazônico em um local árido e de futuro restrito?
" Quer que eu diga? Então digo, vai lá...

[26/05] Em "Florestas. Até quando haverá uma?", o Allan propõe uma reflexão sobre o desmatamento: "A proposta, pois, seria de mudar o foco do discurso. Invés de falarmos de desmatamento e do fim das florestas, passássemos a falar, debater e promover o reflorestamento. O problema já existe e somos conscientes dele. Tratemos agora das soluções." Vai lá e participa!...


[24/05] O Ricardo Ribeiro fez um exelente post sobre um dos biomas menos falados: o cerrado. Leitura obrigatória: Crônica de uma morte anunciada. Tá fazendo o quê, aqui? Vai lá...

[23/05] Denise Rangel, em Biodiversidade: sem flora?, trata das questões do uso da flora nativa para ornamentação. "A preocupação com a intensa degradação da biodiversidade e dos ecossistemas tem  levado  você a refletir um pouco sobre o hábito, aparentemente tão inofensivo, de enfeitar as nossas casas e propriedades com as plantas da flora nativa?" Vai lá ler o resto, vai...

Lucia Freitas, em Biodiversidade e Agricultura: dá pra comer e preservar?, analisa como alimentar uma população de 7 bilhões de seres humanos preservando a natureza. "Políticos e consumidores precisam fazer a sua parte para assegurar que os produtores tenham os incentivos para adotar práticas sustentáveis. Individualmente, a educação sobre as consequências das escolhas alimentares é um passo importante para atingir esta meta. No macro, planejamento da paisagem (e sua preservação) tende a conservar a diversidade.

Se conseguirmos criar um sistema agrícola sustentável, que preserve a biodiversidade e os ecossistemas globalmente, vamos conseguir alimentar o mundo e garantir que seus recursos cheguem às próximas gerações." Vai lá...


[22/05] Começamos. E em alto estilo, em Debates do Faça: biodiversidade e agricultura, Lucia Malla fala sobre as questões da biodiversidade. Afinal, hoje, 22 de maio, é o Dia Mundial da Biodiversidade. Agricultura e Biodiversidade. Vái lá, vai...




Não dá para ficar parado. Você vai ficar?

Enquanto nós ficamos parados, outros planejam, sorrateiramente como sempre fazem, mais uma onda de destruição das nossas florestas. Está em votação o Projeto de Lei 6424/2005, de autoria do Deputado Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que autoriza um dos maiores crimes ambientais a ser cometido na história do Brasil.

Você vai ficar parado?

Enquanto nós ficamos parados, outros colocam no mercado produtos contendo transgênicos sem aviso no rótulo, em total desacordo com as leis. Ferem mortalmente nosso direito a um consumo consciente.

Você vai ficar parado?

Enquanto nós ficamos parados, outros tantos sequer aceitam que o aquecimento global é uma realidade. Alegam que os estudos não são conclusivos, que "não é bem assim", e seguem, em prol do crescimento das suas economias, produzindo GEE. Afinal, o que vale é o "aqui e agora". O futuro que se dane!

Você vai ficar parado?

Quer mais exemplos? Crescimento populacional descontrolado? Roubo da nossa flora e fauna? Há uma lista interminável de exemplos...

Nós, do Faça a sua parte, não ficaremos parados. E queremos que você se mexa. Que mexa os dedos e participe da 1º edição da série "Debates Ambientais do Faça a sua parte". Todo ano, no período de 22 de maio a 14 de junho, o Faça a sua parte promoverá debates sobre as questões do meio ambiente. E, no dia 5 de junho, acontece a blogagem coletiva para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Uma blogagem coletiva inédita. Serão duas semanas para preparar, com debates, a blogagem coletiva para comemorar o Dia do Meio Ambiente. Participe com seus comentários ou posts em seu blog sobre algum dos temas propostos. Debata, converse, troque idéias. Participe. Mas lembre-se: no dia 5 de junho não deixe de participar da blogagem coletiva do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Mas não pára por aí. Do dia 6 até o dia 14 continuaremos debatendo, agora com as diversas contribuições realizadas no dia 5.

Veja a programação para 2008:

MAIO

22 e 23: Biodiversidade: sem flora e sem fauna?
24 e 25: Cerrados: bioma ou necroma?
26 e 27: Florestas, até quando haverá uma?
28 e 29: Educação Ambiental: a quem educar?
30 e 31: Aquecimento Global: mito ou realidade?

JUNHO

01 e 02: De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?
03 e 04: Meio Ambiente Humano: somos parte da natureza?
05 e 06: Blogagem coletiva sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente
07 e 08: Mar: Origem da vida?
09 a 12: Tecnologia e Meio Ambiente: há futuro na ciência?
13 e 14: Consumo sustentável: o que e como fazer?


Participe conosco. Traga suas idéias e conhecimentos. Faça a sua parte ou...

Você vai ficar parado???

Pois é,

Reproduzo um post do parceiro colaborador do Faça a sua parte, Jorge Henrique Cordeiro:

Para que as cenas chocantes desse pequeno vídeo não aconteçam mais nos oceanos do planeta, é preciso manter a moratória à caça comercial de baleias, instituída em 1987 na Comissão Internacional de Baleias (CIB) e criar santuários de baleias, como os já existentes no Oceano Índico (criado em 1970) e na Antártica (1994). Esses santuários protegem diversas espécies que estão ameaçadas de extinção, como as jubartes, segundo a lista da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES).

Muita gente pergunta por que temos que proteger as baleias, pra que elas servem, que mal tem caçá-las? Basicamente, as baleias são ícones da biodiversidade dos oceanos, são seres vivos mágicos, com complexa organização social e não fazem parte da cadeia alimentar humana - com exceção de povos tradicionais como os esquimós e alguns vilarejos mais afastados no Japão, Islândia e quetais. Mais interessante apostar no turismo de observação, atividade que vem crescendo e já movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano no mundo.

Em 1998, o Brasil propôs na CIB a criação do Santuário do Atlântico Sul, mas nunca se empenhou de verdade por sua criação. Por outro lado, países baleeiros como Japão e Noruega fazem lobby pesado para evitar a criação de santuários e derrubar a moratória à caça comercial. Agora em junho, haverá uma decisiva reunião da CIB em Santiago do Chile. O santuário do Atlântico Sul pode enfim sair do papel, mas para isso o Brasil tem que jogar todo seu peso político nesse sentido.

É para tal que o Greenpeace está com uma campanha online para o envio de uma carta pedindo que o presidente Lula convide outros países em desenvolvimento a apoiarem a idéia durante a reunião da CIB. O objetivo é chegar a 10 mil cartas. Até o momento, já foram enviadas 3.500 - e a data limite é 26 de maio, uma semana antes da reunião no Chile.

Peço 10 minutos do seu tempo para assinar a carta. É só clicar aqui, preencher o pequeno formulário e pronto.

Quem tiver blog e quiser ajudar, participe da blogagem coletiva que o blog Meu Veneno está articulando. A blogagem já tem até selinho de divulgação, esse aí debaixo. Bela iniciativa!



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