Pois é,
Hoje é o dia da blogagem coletiva para responder a pergunta aí do título.
As meninas Georgia e Meire bem que poderiam ter facilitado nossa vida, se tivessem pedido para apontar os problemas. Mas não, elas querem soluções. Mais, querem saber o que fazemos para ajudar a combater o analfabetismo.
Desde que me inscrevi na blogagem, tenho pensado muito a respeito; e descobri (talvez já soubesse, mas o "descobri", aqui, tem o sentido de "assumi") que NÃO FAÇO NADA. LIdo muito com o ensino profissional (treinamentos), mas isso não conta.
E foi a partir desse "assumi" que vejo a importância da blogagem. TÁ NA HORA DE COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA!
- Afonso?
- Sim, Chato?
- Que chato, hein? Ter que assumir assim, em público, que não faz nada! Logo tu, que defendes a idéia de que se cada um fizer a sua parte, é possível sim, mudar a situação.
- Pois é, mas tem uma vantagem...
- Qual?
- Pelo menos agora posso pensar em algo para fazer nesse sentido.
- O que, por exemplo?
- Não sei bem ainda, mas quem sabe se ao ler os outros posts da blogagem eu não descubro alguma idéia adequada para mim?
Faço aqui o mea culpa no tema. Sou daqueles que apontam problemas mas não levanta a bunda da cadeira para fazer algo.
É, as meninas não facilitaram...(tem mais lá no Lili faz a sua parte)
Hoje é o dia da blogagem coletiva para responder a pergunta aí do título.
As meninas Georgia e Meire bem que poderiam ter facilitado nossa vida, se tivessem pedido para apontar os problemas. Mas não, elas querem soluções. Mais, querem saber o que fazemos para ajudar a combater o analfabetismo.
Desde que me inscrevi na blogagem, tenho pensado muito a respeito; e descobri (talvez já soubesse, mas o "descobri", aqui, tem o sentido de "assumi") que NÃO FAÇO NADA. LIdo muito com o ensino profissional (treinamentos), mas isso não conta.
E foi a partir desse "assumi" que vejo a importância da blogagem. TÁ NA HORA DE COMEÇAR A FAZER ALGUMA COISA!
- Afonso?
- Sim, Chato?
- Que chato, hein? Ter que assumir assim, em público, que não faz nada! Logo tu, que defendes a idéia de que se cada um fizer a sua parte, é possível sim, mudar a situação.
- Pois é, mas tem uma vantagem...
- Qual?
- Pelo menos agora posso pensar em algo para fazer nesse sentido.
- O que, por exemplo?
- Não sei bem ainda, mas quem sabe se ao ler os outros posts da blogagem eu não descubro alguma idéia adequada para mim?
Faço aqui o mea culpa no tema. Sou daqueles que apontam problemas mas não levanta a bunda da cadeira para fazer algo.
É, as meninas não facilitaram...(tem mais lá no Lili faz a sua parte)











































Oi Afonso,
O mesmo que eu disse no blógue da Luma, vou repetir aqui. Acho que há muito discurso e pouca ação. Cada pessoa "alfabetizada" deve trabalhar, mesmo que sem formação, para acabar com o analfabetismo. Precisa-se de projetos comunitários. Se esperarmos professores treinados, vai ser muito burocrático, como sempre. É preciso só boa vontade dos cidadãos. Eu sugeriria, portanto, o seguinte: uma espécie de "service learning" (em voga nos E.U.) que faria parte do currículo universitário, e em que os alunos têm que trabalhar com a comunidade prestando serviços de acordo com o seu campo de estudo. Para o nosso caso, eu sugeriria trabalhar com os alunos de colegial. Em vez de tê-los presos à quatro paredes de uma sala-de-aula (atitude completamente elitista, diga-se de passagem), que a escola os pusessem em contacto direto com a comunidade a fim de alfabetizar quem ainda precisa. Isso ia ser a experiência mais válida de suas vidas colegiais. Prometo.
Boa semana, Afonso.
Afonso,
Vim conhecer seu blog através da blogagem coletiva da Georgia ao qual tb participo.
Ainda q vc teve coragem de assumir q não faz nada, muitas pessoas vivem em seu mundinho e nem se dão conta de ajudar o próximo. Nunca é tarde para começar.
Big Beijos
Boa, Afonso. Assumo, igualmente, a 'omissão' que cometo. O difícil é sair da indignação e passar para a ação. O tema é super importante.
Muito bom texto.
Parabéns.
Muito bom texto.
Parabéns.
Sei que o levantamento da questao em apresentarmos solucoes para este grande problema do analfabetismo, dificultou bem o tema.
Você achou exatamente o verbo certo: Assumir.
E tem sido exatamente este verbo que tem sumido dos olhos, do coracao e das mentes das pessoas.
Comecar com uma aula de reforco, já seria uma grande ajuda no processo funcional.
Obrigada pela participacao.
Abracos
Afonso, no caso do analfabetismo acho que dá para fazer alguma coisa a nível pessoal, alfabetizar alguém com quem convivemos, por exemplo. Claro que se dependermos dos políticos para erradicar o analfabetismo, vai demorar, pois eles não tem interesse em que as pessoas sejam "esclarecidas", uma massa de analfabetos é mais facilmente manipulada.
Daqui de longe é facil dar palpites, mas sempre achei que o problema mais sério do Brasil é a precariedade da educação.
Um abraço.