Pois é,
O que seriam das linhas não fossem as entrelinhas. Pois "nas entrelinhas" é o título do post da Ministra da Verbeat, Olivia Maia, no blog Forsit. O assunto é:
Ora, se a liberdade que queremos é uma liberdade sem adjetivos, ela também é uma liberdade para quem quer acabar com a liberdade. É um direito que, via de regra, só se impõe pela via do mais forte matando, liquidando, ou apenas enchendo de porrada, o mais fraco.
Mas aí aparecem as entrelinhas. Na blogosfera a guerra não é física e sequer econômica (não custa nada ter um blog). Mas é a velha guerra de tentar impor os seus padrões como padrões universais. A história real se repete na história da blogosfera. Poucos espertos se aproveitam dos muitos incautos. E vendem a salvação da alma, pressupondo que pertencer "à classe dos eleitos" (no caso, à classe dos daqueles que supõem serem os seus objetivos de vida o sonho e a realização de todos os demais) vai conduzir seus seguidores ao paraíso.
Como disse no post anterior, "Devo confessar que me espanta, por vezes, o cartesianismo de certos pensamentos". A história também nos mostra que "liberdade" não é a liberdade que uns poucos querem que seja, mas a liberdade que muitos fazem ser a liberdade. Daí surgem as resistências. E essa é uma resistência que começa a tomar forma. Nas entrelinhas, por enquanto...
O que seriam das linhas não fossem as entrelinhas. Pois "nas entrelinhas" é o título do post da Ministra da Verbeat, Olivia Maia, no blog Forsit. O assunto é:
"na verdade, o erro do Edney, ao criar a blogagem inédita, foi pressupor, naquele primeiro momento, o "repórter", que ele, agora, quer fazer nessa nova blogagem coletiva. claro que era desse tipo de post que ele estava falando na blogagem inédita, e isso estava nas entrelinhas. mas isso era porque é essa a forma que ele -- e a mídia, digamos -- está vendo os blogs agora. é esse tipo de pensamento que causa aquele debate despropositado sobre jornalistas x blogueiros. porque essa oposição só pode existir quando existe a comparação." (leia o resto - e os já vários comentários - no link acima antes de prosseguir).
Ora, se a liberdade que queremos é uma liberdade sem adjetivos, ela também é uma liberdade para quem quer acabar com a liberdade. É um direito que, via de regra, só se impõe pela via do mais forte matando, liquidando, ou apenas enchendo de porrada, o mais fraco.
Mas aí aparecem as entrelinhas. Na blogosfera a guerra não é física e sequer econômica (não custa nada ter um blog). Mas é a velha guerra de tentar impor os seus padrões como padrões universais. A história real se repete na história da blogosfera. Poucos espertos se aproveitam dos muitos incautos. E vendem a salvação da alma, pressupondo que pertencer "à classe dos eleitos" (no caso, à classe dos daqueles que supõem serem os seus objetivos de vida o sonho e a realização de todos os demais) vai conduzir seus seguidores ao paraíso.
Como disse no post anterior, "Devo confessar que me espanta, por vezes, o cartesianismo de certos pensamentos". A história também nos mostra que "liberdade" não é a liberdade que uns poucos querem que seja, mas a liberdade que muitos fazem ser a liberdade. Daí surgem as resistências. E essa é uma resistência que começa a tomar forma. Nas entrelinhas, por enquanto...











































Ah!Fonso, você matou a pau!! desculpe...
Mas tem gente que delira. Vai saber! Beijus
Eu não escrevi nem escreverei nada sobre isso. Fico no "meu diário" mesmo, que dá menos dor-de-cabeça. Já tenho muitas "egotrips" com que lidar e não vou querer pintar de repórter. Meu diário e acabou - nem em motor de busca eu apareço. Duela a quien duela. :-)
Tirou daqui Afonso. Mas vou escrever sobre isso também, depois te aviso.
Afonso, o Nobre: estou meio que por fora dessa discussão "nas entrelinhas" à qual você se refere. Mas associei a questão da Liberdade à experiência que tive neste final de semana, ao frequentar o 3° Festival da Loucura de Barbacena. A população foi convidada a discutir o passado sombrio do mais antigo ( em Minas ) estabelecimento para tratamento de doentes mentais (loucos de toda sorte) que funcionou em Barbacena desde início do século passado. Há exposições de fotos dos ex-internos (60 mil morreram no hospício, um holocausto), pacientes que se recuperaram. Há mesas redondas para se refletir como, em nome da sanidade, tantos foram privados da Liberdade e da dignidade humana. O Festival tem como propósito um exorcismo do sentimento de rejeição ao 'diferente' e, por conseguinte, promove a inclusão e a desestigmatização. Há, até, um museu da Loucura. Escrevi um post sobre isso.