O físico? Dentro dos padrões normais. Nem tanto a gregos, nem tanto a troianos. Nem mais de 20, nem menos que doze. Dezesseis. Há, por acaso, homem que nunca tenha feito isso? Medí-lo? Sempre pensei que fosse o tamanho ideal. Não sobra, quando entra, e não entra mais do que devia. Mais, deve doer, imagino!
Grisalho. Na cabeça e no peito. O resto? Ainda de um "acastanhado que brilha como louro quando exposto ao sol", como diz minha mulher. Um e setenta e oito; agora menos, quem sabe! A idade avança. Nunca me fiz valer pelas pernas ou pela bunda, tão ao gosto das mulheres. Faltam-me (no sentido figurado, claro). Compenso-as com a lábia! E a língua (tão ao gosto das mulheres). Guardo a recordação de ter sido bom beijador. De quaisquer lábios. Bons tempos.
Ainda engano bem, sabes? A língua não precisa de sangue. Ou de Viagra. Ainda bem! Os dedos também não, embora comecem a doer, no inverno.









































Afe, que poca vergonha!! Falando de tamanho e pêlos e línguas... Ui!!! :-)
Lindo esse post, poético. Li várias vezes mas, confesso, tô sem graça de comentar! beijo.
Acorda, homem e vá lá no blog que tem tarefa pra ti.
abraço, garoto
Olá!
Passei a ti desejar uma linda semana*
é são bons os tempos que vivemos não é mesmo*
bjos.
Nádia.
Quac!, como dizia o pato Donald...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Don... O que uma festa em vias de acontecer não causa na mente humana.
Beijos (ainda rindo)
a idade avança... :)
Hum, clube do Bolinha? Luluzinha na área! Já ouvi dizer por aí que "pensar enlouquece", portanto, não pense, aja! Ela nem deve fazer esses "cálculos"! Coisas de homens.
abraço, garoto
Don Afonso, temporada de balanço?
Abraço forte, tchê!
Divirta-se enquanto pode.
:D