Para ler tudo, desde o início: As Aventuras da Condessa Clarissa.
A tentativa de Assasinato...
A Duquesa sabia que o poder das mulheres sobre os homens está não em saber começar, que isso é fácil, mas quando terminar. A escolha do momento exato em que a satisfação gera mais desejo. É quando o prazer pode se tornar um vício.
- Querido, disse virando-se de costas, recusando explicitamente mais uma investida do Chato, lembre-se que fiz uma viagem cansativa e essa noite não estava nos meus planos.
- Eu sei! Mas também sei que deves partir logo e já me doi pensar ficar sem ti.
- Isso depende. Permanecer mais tempo ou não é minha escolha. Quero que tenhas uma conversa com D. Afonso e convença-o a parar com a greve de fome.
Surpreso com a própria reação, o Chato concordou. Tão logo amanheceu, dirigiu-se à cela de D. Afonso. Quando a pesada porta de ferro se abriu, teve uma visão estarrecedora. D. Afonso jazia ao solo em meio ao que pareceia ser vômito misturado ao que mais lhe pudesse sair do corpo debilitado. A expressão no rosto denunciava o resultado da tortura. Alguém havia feito mais do que simplesmente dar-lhe cerveja quente. Percebeu que tentaram envenená-lo.
"A expressão no rosto denunciava o resultado da tortura."
- Guardas!
- Senhor?
- Tirem D. Afonso daqui imediatamente. Limpem-no e chamem o Mestre Alan para que cuide dele.
Uma sensação de estar perdendo o controle da situação tomou conta do Chato. Não gostava de lidar com situações inesperadas, mas essa tinha passado dos limites. Matar D. Afonso? Não, nem ele havia pensado nisso. E como explicar para a Duquesa? Teria que descobrir logo quem fez isso e é algo que somente ele mesmo poderia resolver, pensou. Antes, porém, deveria planejar o que fazer para impedir que a Condessa chegasse ao castelo.









































Kaiser quente.
deve ter sido isso! :P
não existe nada pior...
Oh, God. Cheguei agora.
Chato? D. Afonso? Não são a mesma pessoa?
Tá bom, deixa eu revisar.
Envenenaram o Af com tubaína!!!