Sem sinopse. Leia os últimos seis posts se quiser saber o que está acontecendo.
O Chato tenta formar alianças...
Ao levantar-se, a Duquesa concentrou os olhares de todos os presentes. Não tanto pela beleza, que já despertara sentimentos os mais diversos, mas pela delicadeza com que o fizera. Vagarosamente, com quem quisesse mostrar-se aos poucos. E não sem razão, pois sabia que contrastava com o padrão das demais mulheres que ali se encontravam.
O Chato não imaginara tanto, ao vê-la sentada. Mas agora, vendo-a por inteiro, precisou apoiar-se na mesa. A Duquesa ousara no vestido. A cada passo era possível vislumbrar suas intenções e não olhou diretamente para o Chato até estar próxima a ele. Demonstrava ser senhora de si, independente. O Chato sentiu-se pertubado ao vê-la caminhando em sua direção. Estava acostumado com a facilidade das damas da corte de D. Afonso. Devo agir com calma, pensou. E controlou-se.
"O Chato sentiu-se perturbado, ao vê-la caminhando em sua direção".
Ao fundo, o Conde Frederico aproveita para umas e outras...
- Permita-me a honra, Duquesa!
- Não por isso, Senhor! Julguei que só me receberias amanhã!
- Minha cara Duquesa, há homens que não entendem certas sutilezas da diplomacia. Infelizmente o Conde Frederico é um deles. Apesar de suas qualidades como administrador, peca por não perceber a importância que deve ser dada aos embaixadores dos países amigos.
- Ainda não definimos se somos amigos, Senhor!
- Tenho certeza de que seremos, Duquesa...Mas o que a traz até nós?
- Preocupa-me a vida de D. Afonso. Somos bons amigos e pretendo não deixar que algo ruim lhe aconteça.
O Chato percebeu a oportunidade. Não havia ameaça nas palavras da Duquesa. Ao contrário, viu um tom de sacrifício, confirmado pela maneira como ela olhava. Devia saber que não tinha muito tempo. Se está disposta a algum sacrifício, pensou, basta dar-lhe a corda...
- Deixe-me dizer, Duquesa, que minha intenção nunca foi causar qualquer mal a D. Afonso e sua família. Devo minha existência a ele. Mesmo quando D. Afonso demonstrou explicitamente me ignorar, no post onde falava de quantos ele era, permaneci quieto e fiel. Tentei entender suas motivações, afinal, era seu confidente. Era comigo que ele desabafava suas tristezas e alegrias. Vi a Condessa Clarissa nascer, essa mesma que hoje arma seu exército contra mim. Não pense que não me magoa ter que combatê-la. Mais ainda por saber que D. Fernanda juntou-se a ela. São como minhas filhas... e quase põe-se a chorar...
A Duquesa, que até então tinha claras intenções de seduzir o Chato e com isso libertar D. Afonso, começou a ficar impressionada com a sensibilidade demonstrada por aquela pessoa, de quem tinha recebido as piores informações. Quase chora, meu Deus! Esse homem precisa de mim, pensava.
- Permita-me chamar-lhe de Roma apenas?
- Senhor? A Duquesa já não escutava mais o que falava o Chato. Tomada de surpresa com os próprios sentimentos, mal teve tempo de responder que sim e pedir licença. Levantou-se rapidamente e foi para os seus aposentos. E pôs-se a pensar...
E pôs-se a pensar...
Como pode isso acontecer? Devo ter bebido além do necessário. Sentia-se apaixonada pelo Chato.
O Chato estava feliz. Sabia que as mulheres não resistem a demonstrações repentinas de sensibilidade. Deixou passar um tempo e foi ao quarto da Duquesa.
A porta não estava trancada. Entrou sem cerimônia, e se já pressentia que poderia ter uma noite inesquecível, ao vê-la deitada sentiu que o seu fim poderia estar próximo...
"ao vê-la deitada sentiu que o seu fim poderia estar próximo..."









































nem pense nisso!!!
naõ, mil vezes não...! isso é folhetim. a roma não pode cair nessa! ô afoooonso.........................................................................
bj!!! olha lá hein...
Nossa, que loucura essa. Beijocas
Prometo que ainda vou ler toda a saga. Ultimamente ando devagar, quase parando. Mas volto, tá.
Beijo nas meninas!
abraço, garoto
afonso, vi que no blog da Denise vc pedia notícias da BethS.
Infelizmente o Ivan faleceu.
Ela escreve em seu blog sobre o ocorrido.
Um abraço.
Esse chato é um senhor político, deveria se candidatar... eu votava nele.
Isso é que eu chamo de fantasiar com estilo! Ai, se a Rainha Kaya desconfia...