Pois é,
Ambos publicados no mesmo dia 7 de julho de 1946, no jornal A Platéia, de Santana do Livramento/RS.
A moça da entrevista casou-se com o rapaz da propaganda. Zuleika Alencastre e Jorge Escosteguy. Luiz Afonso Alencastre Escosteguy, esse Chato que vos escreve.
O jornal os uniu sem querer; três anos após, uniram-se por um querer; a morte os separou sem que quisessem.









































Você tem a quem puxar Afonso !Abraço
Que legal encontrar essas coisas, é uma volta no tempo, a gente até vê os pais com outros olhos, não é?
E eles dois já estavam começando a se interessar um pelo outro!
Ele diz que vai entrevistá-la porque ela compreende perfeitamente a vida - com o desembaraço da mulher moderna... Imagino os suspiros e os corações batendo forte...
que lindo, Afonso!
Adorei!
Vamos ver se agora vai... Dom Afonso, estou nos meus dias. Um post enorme meu deu pau, toda vez que tento comentar aqui, tudo some e nao sai nada... O que o mundo tem contra mim? Li mais cedo o seu artigo no arts tower, tentei postar de lah: Amei, virei fa da sua mae. Como diz um amigo lah em outro post, vc teve a quem puxar na elegancia e sensibilidade! Becitos miles!
Gosto muito de histórias fidalgas. Meus olhos plebeus se enchem. ;)
Estou adorando. Depois de uma semana sem internet, isso aqui 'tá bombando', hehehe.
Afonso, sempre tenho a impressão - ao olhar para o passado - que era 'feliz e não sabia'. Prova de que a memória é seletiva, não?
Um abraço.
e por querer ... deram "o chato" ao mundo !!!
Muito legal a história de vida deles e consequentemente a sua.
Abs,
Raquel
Chiquérrimas as sua viagens ao passado, Bonitão!!!! :)
Estou adorando ler...
Beijão
Estou adorando suas memórias, Afonso. Que delícia essa entrevista!
"O romântico, é a meu ver, o mais humano e feminil, com suas páginas repletas de lágrimas ou de risos, de desenganos e saudades..."
Teve a quem puxar Afonso?
Abraços
"O romântico, é a meu ver, o mais humano e feminil, com suas páginas repletas de lágrimas ou de risos, de desenganos e saudades..."
Teve a quem puxar Afonso?
Abraços
essa sua saga familiar está para lá de interessante! e como foi legal você ter guardado essas coisas antigas. nós somos feitos de memórias mesmo e como! bj
gentil senhorita... ele ja estava flertando com ela! ;-)
beijos,
O entrevistador preza pela criatividade hein?
Surpresas acontecem o tempo inteiro. Encontros e desencontros.
Afonso, venho sempre aqui através do Incontinentia Verbális (meu blog preferido por razões amorosas). Estou me emocionando com essa série de recordações de sua vida. Adorei o post de hj e se temos, nós mulheres, um conselho a seguir, esse de moda da sua mãe é perfeito para os dias atuais. Acompanho também com apreensão de mãe os primeiros dias de Clarissa. Chore, sem pudor quantas vezes forem necessárias pois o tempo de rir logo chegará e as dificuldades virarão lembranças. Fiquei fã das suas histórias. Um abraço.
Afonso, que entrevista não? Como é legal lembrar essas coisas. Beijocas
Vê-se bem que o nobre Chato tem um pedigree pra lá de erudito: música clássica com "trajes, sobretudos e pilots". Quanto a mim, pobre e reles plebeu, nem imagino o que sejam "pilots". Abraços.
Oh, yeah... "troca-troca".
Nossa, que bacana! E que entrevista "esquisita", hehehe... Perguntas toscas e respostas brilhantes. Pena que cada vez menos mulheres (e pessoas) hoje em dia sejam capazes de se articular tão bem.