16 agosto 1977
And now the end is near
So I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain
I've lived a life that's full
I've traveled each and every highway
And more, much more than this
I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exception
I planned each charted course
Each careful step along the byway
Oh, and more, much more than this, I did it my way
Yes, there were times, I'm sure you know
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall, And did it my way
I've loved, I've laughed and cried
I've had my fails, my share of losing
And now as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way
Oh, no, no not me, I did it my way
For what is a man, what has he got
If not himself, then he has not
To say the words he truly feels
And not the words he would reveal
The record shows I took the blows, And did it my way
The record shows I took the blows, And did it my way









































Estou enganado ou este Elvis desrespeitou a programação de Bach, Vivaldis,...?
Elvis: um clássico de nosso tempo.
Essa música é dez.
Nossa!! Parecia uma despedida!
Posso ficar histérica agora ou é melhor me conter?
Bom dia.....
Qta sessão da tarde com ele....
Rsrsrs....ficava toda boba me sentindo a própria....
Rsrsrsrs....
Bjs.....
Grande Elvis, essa música que você colocou aqui é sensacional. Abraço.
Eminha mammy ontem falou que eu pareço com o Elvis... eita... :-)
Afonso, quando o Elvis começou a fazer sucesso eu era quase uma recém-nascida. Isso não inviabiliza os meus sentimentos por ele, mas por incrível que pareça, ele nunca me disse absolutamente nada. Rosto bonito, suingue, voz linda e não fez feio em alguns filmes que eu vi dele (os sérios), mas sei lá, nunca dei muita importância para ele. Fiquei chateada com a morte dele porque me comove um pouco esses dramas hollywoodianos em que a pessoa é lançada ao estrelato para depois virar um quase nada, cheio de vícios, manias e profunda solidão. Só comecei a prestar atenção nele após a sua morte. Beijocas
Agora vc acabou comigo! Saudades do Elvis... Gostava demais dele!
Tempo bom...
abraços, garoto
Bem lembrado, Afonso. São 28 anos sem o Rei.
Até hoje não consigo explicar porque gosto do Elvis. Lembro-me que, enquanto criança, fazia coleção de reportagens sobre o cantor. Orgulhava-me das dezenas de fitas k-7 guardadas. Enfim, lá no fundo, tinha desejo de ser tal qual o ‘The Pelvis”. Só não arriscava no topete ou no vestuário. Não agüentaria a gozação. Admiração, mas com sensatez (afinal, estava distante a mais de década da morte do Rei).
Nasci dois anos após a morte do cantor. E é com satisfação que me apresento como um fruto da geração da década de 1970. A felicidade estava ali (ô saudosismo...) – e, como sempre, só se percebe quando o tempo passa.
Abraços